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07/08 - Vaso com peixe, ou aquário com flores na Explora

Não importa a ordem dos elementos - se é um peixe que mora num vaso ou uma planta que vive em um aquário - mas sim o resultado do conjunto, que forma uma peça única de decoração, e revela ainda a harmonia dos seres vivos na natureza. Essa relação é conhecida nos EUA como "lovingcouple" (casal perfeito), um exemplo de cooperação natural. Enquanto as raízes da planta fornecem nutrientes para a sobrevivência do peixe, as fezes do animal adubam a planta. O Betta splendens é um peixe exótico de cores vivas e grandes barbatanas flexíveis, originário da Ásia, que possui características especiais: vive em pequenos espaços com baixo teor de oxigênio; se alimenta de raízes; prefere a solidão (é conhecido como peixe de briga siamês por sua agressividade com os semelhantes); e os espécimes adultos não atingem mais do que seis ou sete centímetros. É encontrado em lojas de animais nas cores azul, vermelho, verde, albino, preto e combinações dessas cores. Para combinar, o antúrio é uma planta ornamental resistente originária de pântanos da Guatemala e Costa Rica; que prefere sombra; reconhecida por sua ação despoluidora do ar; própria para hidrocultura; de pouca exigência nutritiva; e insensível a parasitas animais. O valor ornamental da planta está nas folhas e flores, em formato de coração. A Terra Viva produz comercialmente cinco variedades em cores diversas. A relação harmoniosa entre esses dois seres vivos é vista como única. O Betta splendens é anabantídeo, ou seja, respira o ar atmosférico na superfície da água. Possui um órgão chamado labirinto para respirar, que compensa a deficiência das guelras subdesenvolvidas, incapazes de retirar oxigênio suficiente da água. Na natureza, vive em pequenas poças de água. O antúrio, por sua vez, possui vaporização muito rápida e age como um filtro de ar natural. Purifica o ar de álcoois, acetona, tricloroetileno, benzeno e formaldeído. Um única planta pode purificar o ar para uma família inteira, removendo do ambiente os quatro principais bio efluentes - substâncias nocivas liberadas pela respiração. A produção comercial do Vida Bis demorou oito meses de experiências para adaptação do peixe e planta. Foi escolhido um vaso de vidro no formato que possibilitasse o desenvolvimento da planta e a respiração do peixe, com um bocal onde as raízes pudessem se fixar como rolha. O produto final possibilita que o conjunto seja separado para o transporte, com peixe e planta envoltos em sacos plásticos com água. Aproximadamente 500 unidades estão prontas para comercialização na Expoflora, ao preço de R$ 34,90 cada. Por ser bastante resistente e praticamente auto-suficiente, a Vida Bis exige poucos, mas fundamentais, cuidados: 1 - O Betta splendens é o único peixe que se adapta a esta relação. Não coloque outra espécie no vaso, como o peixe dourado, porque não sobrevive. 2 - Apenas um peixe deve habitar o vaso. Se colocar mais de um eles vão lutar. Para testar a agressividade experimente colocar um espelho próximo ao vaso e verá o peixe se preparar para a luta contra a própria imagem. 3 - Alimente o peixe uma vez a cada duas semanas com bem pouca ração, apenas para mantê-lo na condição ideal. 4 - O vaso não pode ficar cheio de água até o gargalo, porque o peixe precisa de espaço para chegar à tona e respirar. Ele sobe à tona constantemente para aspirar oxigênio e costuma liberar pequenas bolhas de ar na superfície. 5 - Certifique-se que as raízes estejam sempre imersas na água; 6 - A água pode ser trocada uma vez por mês. certifique-se que a ágia fresca está na mesma temperatura, para evitar que o peixe fique estressado. 7 - A planta deve ficar em local com meia sombra ou luz solar indireta. Se as folhas adquirem uma coloração muito clara, significa que está em local de muita luz solar; 8 - Evite locais com corrente de ar (nenhuma planta gosta); 9 - Não é necessário adubar a planta: o peixe providencia nutrição. (fonte: BECAPI - Bureau de Ed., Com. e As. de Pub. e Imp.)


27/07 - Ibama inaugura Centro de Orquídeas

Muitas espécies da flora brasileira estão sob pressão, sendo coletadas, reproduzidas ou comercializadas sem qualquer tipo de controle. Em alguns casos - como o das orquídeas e bromélias da Mata Atlântica - a coleta indiscriminada pode levar a extinções locais. Em outros casos - como o de medicinais da Amazônia - o manejo e fiscalização adequados são importantes para conter a biopirataria. Com o novo centro, a expectativa de Casara é reunir conhecimentos científicos e experiências que ajudem a criar normas de uso sustentável de cada espécie.(fonte: O Estado de São Paulo/SP)


17/07 - Açucena conquista mercado brasileiro

A preferência dos europeus pela planta é revelada nos números de comercialização da Terra Viva: 90% dos bulbos produzidos por ano são destinados ao mercado europeu. Os outros 10% são destinados ao mercado interno, a maioria vasos comercializados no Veiling da Cooperativa Holambra, e uma parte, em forma de bulbos, é destinada a clientes produtores de flores. No mercado nacional a Terra Viva, pioneira na produção brasileira, domina 70% do volume total de produção de bulbos e aproximadamente 80% do comércio da planta em vasos. "O consumidor brasileiro prefere a planta em vasos, quando está aparecendo a flor", acredita Luiz Cavicchio. (fonte: Carlos Alberto Tidei)


05/07 - Embrapa produz girassóis coloridos

A tecnologia usada na pesquisa alterou a estrutura da planta, que passou a ter flores menores e o caule mais fino. As flores podem ter nove cores diferentes: vinho, rosa, rosa claro, amarelo limão de centro claro e escuro, mesclado, ferrugem e em forma de raio de sol (amarelo limão e rosa). O novo girassol poderá durar até 10 dias no vaso com água. A Embrapa avisa que os interessados pela nova descoberta devem entrar em contato pelo telefone (43) 371-6000 ou pelo e-mail: sac@cnpso.embrapa.br. (fonte: Radiobrás)


27/06 - Produtores de flores querem elevar exportação

De acordo com o coordenador dos seminários e debates da Hortitec, Jaime Ramos Motos, o principal mérito do fórum foi juntar concorrentes para definir uma estratégia comum, que permita aumentar as exportações dos atuais US$ 13 milhões por ano para US$ 80 milhões em 2003. Motos comentou que os US$ 13 milhões não chegam a 5% da produção brasileira, estimada em US$ 300 milhões. "A Colômbia, por exemplo, exporta anualmente US$ 550 milhões." Segundo Motos, com o aumento do dólar o interesse dos floricultores nacionais pelo mercado externo foi despertado. O consultor exemplificou que no Valentines Day, dia dos namorados comemorado em fevereiro na Europa e América do Norte, a haste de rosa estava cotada em US$ 1 dólar. No Dia das Mães brasileiro, a mesma haste foi vendida no mercado interno por US$ 0,25. "Não dá para dizer que os agricultores vão faturar três vezes mais exportando. Mas isso ilustra o consumo em duas datas nas quais mais se consomem flores", disse. Os principais alvos dos produtores brasileiros são justamente Europa e EUA. Mas exportar exige um longo caminho. Um dos maiores problemas dos produtores nacionais é o acabamento. "Muitos agricultores se empenham pouco em obter flores competitivas porque estão habituados ao mercado nacional, menos exigente". Para superar essa barreira, o Programa de Incentivo às Exportações, assinado em 2000 por representantes do Instituto Brasileiro de Floricultura, prevê a realização de cursos por todo o País. Somente este ano ocorrerão 90 eventos de treinamento, que vão abranger desde técnicas de produção até a apresentação final das plantas e flores. A divulgação do produto brasileiro também é importante estratégia para a boa aceitação no mercado internacional. Os floricultores nacionais criaram um logotipo que representará a cultura do Brasil. Somente este ano vão participar de duas feiras internacionais, reforçando o marketing. Em outubro, os produtores estarão presentes em uma feira na Espanha e, em novembro, na Holanda. O programa inclui ainda pesquisas do mercado externo. "É preciso saber qual o principal mercado, que tipo de planta ele consome", disse Motos. Apesar de todas as exigências, o consultor defendeu que não haverá muitas dificuldades para atingir a meta. "Tecnologia e tradição nós já temos." Outro obstáculo é a burocracia, "muito emperrada para um produto perecível", diz. "Os aeroportos nacionais nem câmara fria têm." Atualmente, 25 grandes produtores exportam flores brasileiras. Até 2003, o instituto pretende que esse número suba para 790 produtores. Os 4.500 hectares plantados no Brasil empregam 150 mil pessoas. Holambra e Atibaia são os principais produtores. (fonte: Supl. Agr. O Estado de São Paulo)


19/06 - Empresas de sementes e mudas de flores selam parceria

A Van Zanten Schoenmaker é a maior produtora de mudas de crisântemos do Brasil, com um volume de produção de 300 milhões de mudas por ano, e a Ball é a maior produtora de sementes de flores do mundo, com sede em Chigago e ramificações em dezenas de países. Com um investimento inicial modesto (não revelado) a nova empresa pretende alcançar um faturamento de R$ 500 mil no primeiro ano de atuação, e dobrar este resultado dentro de três anos. "A Ball produz sementes, plugs (sementes com raízes) e mudas de uma grande variedade de flores comerciais, como cyclamen, begônias, petúnias, impatiens, entre outras espécies que não comercializamos. Do nosso lado temos uma infra-estrutura já consolidada para produção e venda de mudas de crisântemos, e unimos esforços com vistas a um promissor mercado futuro de flores", detalha Theodorus Pronk, diretor da Van Zanten. As duas empresas atuam exclusivamente no mercado de vendas de mudas e sementes para produtores de flores no mercado nacional e internacional. A Van Zanten da Holanda produz anualmente 700 milhões de mudas de crisântemos. A filial brasileira, Van Zanten Schoenmaker, depende muito da exportação, que corresponde a 65% do volume de produção e 70% do faturamento. "Não sabemos como ficará este mercado nos próximos anos, e ampliar o leque de produtos é uma maneira de se precaver contra mudanças bruscas de mercado", pondera Pronk. Uma das grandes novidades da BallVanZanten será a comercialização de plugs, um estágio intermediário entre a semente e a muda, muito pouco utilizado no Brasil e de comprovada eficiência. A nova empresa será apresentada oficialmente ao público alvo - produtores de flores - por ocasião da 8ª Hortitec, Feira Internacional de Horticultura, que será realizada de 21 a 23 de junho no Pavilhão de Exposições de Holambra, a 45 km de Campinas, interior de São Paulo. (fonte: Becapi)


18/06 - Relatório diagnostica floricultura do RS

É o primeiro levantamento do gênero no RS desde o censo de 1996, quanto havia 257 unidades produtoras, 313 menos do que agora. O agronômo Rafael Daudt, que participa do estudo, diz que no período houve o aumento da área cultivada em estufas, que ocupa hoje 60 hectares. O surgimento de novos pólos produtivos, como o de Santa Cruz, e a rentabilidade da atividade, são responsáveis pelo aumento de 100%. Conforme Daudt, o setor emprega diretamente 2,4 mil pessoas - 45% mão-de-obra familiar e 55% assalariada. A bióloga Atelene Kampf destaca que o tamanho médio cultivado por propriedade também sofreu alterações. O emprego de maior tecnologia nos módulos rurais reduziu o tamanho médio das áreas de 1,2 hectares para 0,8 ha. O mapa aponta concentração de produção plantas ornamentais no Vale do Caí; de folhagens em Santa Cruz; e de flores de corte, como rosas, cravos e lírios, em Ivoti e Itati. A produção na Capital caracteriza-se pelas flores do campo cultivadas a céu aberto. (fonte: Correio do Povo/RS)


31/05 - S&G entra no mercado de mudas de flores

A etapa de germinação conta com cuidados especiais que garantem o difencial dos Plugs, tais como semeio em máquinas de alta tecnolgoia, uso de substrato de excelente qualidade e adequadas estruturas de câmara de germinação e estufas. Todos esses fatores contribuem para a formação de mudas mais fortes, resistentes e uniformes. A uniformidade é outro ponto considerado importante nos Plugs S&G. O transplante, a aplicação de defensivos, adubos e mesmo a comercialização são facilitados em função de todas as plantas estarem em estágios iguais de desenvolvimento, alcançando tamenho e florescendo ao mesmo tempo.(fonte: X-Press As. em Comunicação)


24/05 - PR debate produção de flores

Para o produtor de forrações (plantas para jardim como Amor Perfeito e Calêndula) Ivo Olsen, a parte mais interessante de eventos como este é o direcionamento para áreas administrativas como gerenciamento da propriedade, com controle e custos e gastos. "Uma das melhores coisas é encontrar novos companheiros da atividade procurando ampliar seus conhecimentos, vendo novas plantas e sabendo o que o mercado está exigindo", disse. O produtor dá um recado para quem está interessado em ingressar no mercado de flores. "É uma atividade promissora, mas a pessoa que quiser entrar no mercado tem que se preparar tecnicamente e procurar informações sobre gerenciamento em seminários como este em que estamos participando. Não se mantém no mercado que não for profissional", avisa Olsen. Na programação ainda está prevista a discussão sobre o mercado de floricultura, palestras sobre planejamento estratégico e doenças em plantas ornamentais. (fonte: AENotícias/PR)


30/05 - Ceagesp - Novos Horários

Por causa da crise de energia, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais (Ceagesp) mudou, desde o dia 23, os horários de comercialização de hortaliças, legumes, frutas e flores. Os setores de fruta, batata, cebola, coco seco, ovos, banana e abóbora passaram a funcionar das 8 às 17 horas. O setor de legumes e verduras, segundas, quartas e quintas-feiras, das 8 às 17 horas, terças e sextas-feiras, das 12h30 às 17 horas, e aos sábados, das 13h30 às 17 horas. Já a Feira de Flores será terças e sextas-feiras, das 5 às 10 horas, segundas e quintas-feiras, das 4 às 17 horas. Os varejões ocorrerão aos sábados, das 5 às 12 horas, aos domingos, das 5 às 14 horas, e às quartas-feiras, das 15 às 21 horas. O setor de pescado mantém o horário das 2 às 6 horas da manhã.


24/05 - PR debate produção de flores

Para o produtor de forrações (plantas para jardim como Amor Perfeito e Calêndula) Ivo Olsen, a parte mais interessante de eventos como este é o direcionamento para áreas administrativas como gerenciamento da propriedade, com controle e custos e gastos. "Uma das melhores coisas é encontrar novos companheiros da atividade procurando ampliar seus conhecimentos, vendo novas plantas e sabendo o que o mercado está exigindo", disse. O produtor dá um recado para quem está interessado em ingressar no mercado de flores. "É uma atividade promissora, mas a pessoa que quiser entrar no mercado tem que se preparar tecnicamente e procurar informações sobre gerenciamento em seminários como este em que estamos participando. Não se mantém no mercado que não for profissional", avisa Olsen. Na programação ainda está prevista a discussão sobre o mercado de floricultura, palestras sobre planejamento estratégico e doenças em plantas ornamentais. (fonte: AENotícias/PR)


23/05 - CE fatura US$ 15 mi com planta ornamental

Numa pesquisa realizada no fim do ano passado, fruto de parceria entre o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e a Secretaria de Agricultura Irrigada do Estado (Seagri), constatou-se que 78% das flores compradas no Ceará provinham do Sudeste, principalmente de São Paulo, além dos países sul-americanos Colômbia e Equador, como informa o gerente de Floricultura da Seagri, José Rubens Aguiar. "As flores e plantas ornamentais nem esquentavam as prateleiras", continua. "O cearense gosta de oferecer flores." Este ano, a importação já foi reduzida em pelo menos 40%, "sem considerar a produção atual de rosas na Serra de Ibiapaba", completa Aguiar. Conforme relata o secretário de Agricultura Irrigada, Carlos Matos, até pouco tempo o Ceará produzia flores e plantas ornamentais principalmente nas serras, no Maciço de Baturité, onde a cidade de Guaramiranga abasteceu (e ainda abastece) as principais floriculturas em Fortaleza. "O que não se produzia lá importava-se de outros Estados e até de países vizinhos", conta. "Agora já começamos a fazer o caminho inverso, exportando flores e plantas ornamentais." Para chegar a esse resultado, identificaram-se, primeiramente, as áreas potencialmente favoráveis ao plantio de flores; o número de empresas de insumos ligadas ao setor e as condições de comercialização. "Tivemos surpresas", diz Matos. A produção de crisântemo de corte e de vaso no Maciço de Baturité, nos municípios de Maranguape e Tianguá, depois de uma ordenação, passou a suprir a demanda interna. "Quase não importamos mais crisântemos desde 1999", comemora Matos. O crescimento da floricultura no Ceará ocorreu por causa da melhoria da tecnologia e da infra-estrutura do setor, com apoio financeiro do Banco do Nordeste, que garante financiamento para produtores ou para qualquer elo da cadeia. Em relação às novas tecnologias, depois de uma série de estudos, a Seagri optou por seguir o exemplo da Colômbia, o segundo maior exportador de flores do mundo. "Trouxemos para cá alguns dos melhores especialistas colombianos, como o consultor Júlio Cantillo Simanca", diz Matos. "Ele está percorrendo todas as propriedades produtoras de flores e plantas ornamentais do Ceará, orientando seus proprietários e técnicos." Foram desenvolvidos, também, cursos de capacitação para técnicos e produtores de acordo com a demanda das comunidades locais. Atualmente, cerca de dez técnicos estão estagiando em propriedades de floricultores no Maciço de Baturité, no Sertão do Cariri, na Região Metropolitana e na Serra de Ibiapaba. "Todo esse esforço tem o objetivo de desenvolver o agronegócio da floricultura cearense em bases competitivas e sustentadas", afirmou Matos. Além disso, já foram identificados vários ecossistemas, que possibilitam o cultivo de muitas espécies; as microrregiões com temperaturas amenas e constantes durante todo o ano; as áreas com solo plano e de excelente qualidade para a produção de flores, com boa disponibilidade de água, baixa incidência de pragas e doenças e a proximidade com os principais mercados importadores, como os Estados Unidos e a Europa. O diretor-superintendente do Banco do Nordeste, José Arnaldo Bezerra de Menezes, acredita no potencial da atividade no Ceará e revela que a cadeia de produção de flores no Estado movimentou cerca de US$ 11 milhões em 1999. "Para este ano, estima-se receita total de US$ 15 milhões, porque estamos vendo experiências bem-sucedidas, como, por exemplo, a exportação de ananás ornamentais, violetas, crisântemos, gérveras e outras variedades de flores." (fonte: Supl. Agr. O Estado de São Paulo)


18/05 - BA vai investir na exportação de flores

No evento, que foi realizado no auditório da secretaria estadual da Agricultura, em Salvador, houve o cadastramento de floricultores baianos e a apresentação do Programa Brasileiro de Exportações de Flores e Plantas, conhecido como Flora Brasilis. A produção mundial de flores e plantas movimenta aproximadamente US$ 16 bilhões por ano e ocupa uma área estimada de 190 mil hectares, com um consumo estimado em U$ 44 bilhões por ano em vendas de varejo. A implementação na Bahia do Flora Brasilis, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor) e pela agência de promoção de exportações, tem como objetivo estruturar e organizar a cadeia produtiva do setor no estado. A modernização do sistema de cultivo com o uso de tecnologia adequada às condições da região e a melhoria na qualidade dos produtos estão entre as prioridades para o crescimento da cultura. Instituição financeira responsável pela projeção dos negócios, o Banco do Nordeste centralizou as ações na agência de Jequié. A cidade compreende a região onde está situada Maracás, distante 360 quilômetros de Salvador e cujo município é o maior produtor de flores e plantas da Bahia. "Firmamos essa parceria com a secretaria de Agricultura do Estado (Seagri) e acredito que agora o programa começa a deslanchar", afirma Norival das Flores, coordenador do programa na Bahia. O BN tem a meta de liberar aproximadamente R$ 2 milhões este ano na Bahia em financiamento para produtores, com até 12 anos para o pagamento em ativos fixos. Íntimo dos planos para a cultura no estado, como o próprio sobrenome sugere, Flores explica que os recursos devem ser aplicados na infra-estrutura e implantação de novas técnicas para o cultivo. O sonho distante de exportar para os países mais ricos da Europa e para os Estados Unidos, os dois maiores mercados consumidores no mundo, fica cada vez mais próximo com a intenção do setor em se organizar. Nas principais regiões produtoras da Bahia existe pelo menos uma organização que reúne os floricultores que trabalham com produção. "São cerca de 100 produtores organizados e independentes no estado", informa Mairson Santana, presidente da Associação Baiana de Floricultura e Plantas Ornamentais (Bahia Flora), que congrega 17 cultivadores da região do Baixo-Sul. (fonte: Gazeta Mercantil/BA)


14/05 - Reunião define futuro da floricultura no RJ

Entre os temas a serem debatidos estão o Programa Brasileiro de Exportação de Flores e Plantas Ornamentais, desenvolvido pela IBRAFLOR/FLORTEC, e a Agência de Promoção à Exportação (Apex). Também será analisada a situação atual da floricultura no Estado do Rio de Janeiro. Os participantes do encontro discutirão ainda a organização e promoção do II Fórum Estadual de Floricultura, a ser realizado entre 11 e 14 de outubro próximo, em Nova Friburgo/RJ. O Ministério da Agricultura promoveu pela primeira vez, no mês de março, uma reunião entre seus técnicos e os representantes do setor. O governo quer contribuir para tornar a floricultura ainda mais competitiva, tanto no mercado interno quanto no externo, e desenvolver tecnologicamente a produção de flores e plantas ornamentais, com a criação de padrões de qualidade. (fonte: Min. da Agricultura e do Abastecimento)


14/05 - Orquídeas unem mineiros e espanhóis

No último ano, a Serra Brasil enviou 25 quilos de amostra de própolis para a Los Ribes, que produz pólen há 50 anos na Espanha e se regularizou no ano passado no Ministério da Agricultura para exportar produtos para o Brasil. As negociações com a empresa espanhola começaram há três anos, assim como as conversações com a Plimag Ibérica, produtora de geléia real que também é parceira da empresa mineira. “Além do própolis temos enviado algumas qualidades diferenciadas de mel para que nossos parceiros façam prospecção do produto no mercado europeu”, diz Bruno Serra. Para ingressar no mercado internacional, o empresário optou por desativar a loja que comercializava produtos apícolas e orquídeas no varejo. Em um ano e quatro meses de funcionamento na Zona Sul de Belo Horizonte, o ponto de venda comercializou R$ 160 mil em orquídeas e R$ 100 mil em produtos apícolas. “Desativamos a loja, mas mantemos o trabalho de distribuição para floras e farmácias de manipulação no Brasil”, afirma. A empresa irá exportar própolis processado por um grande laboratório de Belo Horizonte. O faturamento médio mensal chega a R$ 25 mil nas duas atividades. No segmento de orquídeas, pensando no mercado internacional, a Serra Brasil investiu, no ano passado, R$ 60 mil na construção de uma estufa de 1 mil metros quadrados para a produção de orquídea em semente, primeiro resultado prático de quatro anos de pesquisa intensa do setor. A coleção particular de Bruno Serra conta com cerca de 6 mil espécies de orquídeas reunidas nos últimos 25 anos e o empresário mantém um plantel que permite o cultivo de 150 espécies diferentes para venda. Ainda em fase de negociação, a Serra Brasil e o Viveros del Río, empresa que produz flores e plantas tropicais em estufas em Ibisa, pensam em firmar uma parceria no segmento de flores. “O del Río está presente nos mercados da Holanda, Alemanha e Suíça, principais consumidores europeus de floricultura e a possibilidade de fecharmos negócios é grande”, afirma Bruno Serra. O empresário obteve, em março do ano passado, a cidadania portuguesa e por isso decidiu montar a empresa na Espanha. (fonte: Gazeta Mercantil/MG)


10/05 - PR tem problemas com comercialização de flores

Para Gilberto Martins Bello, pesquisador do Deral - Departamento de Economia Rural -, a principal finalidade do mercado era de que os produtores fossem a grande maioria dos comerciantes e que houvesse poucos espaços para atacadistas. Mas o que se verifica hoje é justamente o contrário. Bello acredita que é preciso repensar o mercado, incentivar a produção paranaense para que no futuro só ela abasteça o estado e a longo prazo até supra outros mercados, inclusive com exportações. Outro fator importante seria o marketing integrado, ou seja, uma analise profunda investigando os anseios do mercado, adaptações para que se atinja os objetivos propostos (produção com qualidade, quantidade e freqüência), marketing direto com mala direta, folhetos promocionais, televendas, ativo, receptivo, e - business, enfim, investimentos necessários e urgentes para sobrevivência do mercado central de flores do CEASA - Pinheirinho. (fonte: DERAL/PR)


08/05 - CE mostra crescimento na produção de flores

Segundo produtores, o Ceará ainda importa 80% das flores consumidas na região. De acordo com a Embrapa, enquanto a produtividade nacional de rosas é de 150 unidades por m2, a média no Ceará é de 200 rosas por m2. A Embrapa Agroindústria Tropical também desenvolve variedades de plantas ornamentais de interesse comercial, como bromélias, helicônias e orquídeas. A floricultura cearense tem apoio de uma parceria entre o Banco do Nordeste e a Secretaria da Agricultura, com um investimento de R$ 5 milhões. Técnicos da Embrapa explicam que as rosas colhidas na região têm atingido o padrão de qualidade para exportação. (fonte: AgroFolha/SP)


03/05 - Floristas profissionais têm mercado garantido

Para esta profissão não há crise: 100% da mão de obra encontra trabalho, segundo o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Curitiba, PR, que organizou o único curso estruturado de florista do Brasil. Com duração de cinco meses (82 horas), o curso é dividido em cinco módulos, onde os alunos aprendem teoria (estilos de arranjos, formas, textura, conservação de flores) e confecção dos arranjos, a prática. Oferecido pela primeira vez no ano passado, o curso de florista foi tão procurado, que para 2001 o Senac viu-se obrigado a abrir duas turmas para 40 pessoas, que já iniciaram o curso. O tema chamou a atenção não somente dos paranaenses, mas de profissionais de outros estados, que só tinham a chance de frequentar um curso como este - mas não com carga horária e certificado por uma instituição conhecida - no eixo Rio-São Paulo. A gerente geral do Núcleo de Negócios do Senac Curitiba, Maria Augusta Araújo, diz que o índice de empregabilidade para os frequentadores do curso é de 100%. "Na última turma por exemplo, faltaram profissionais para as vagas oferecidas", afirma. Depois do sucesso do curso de florista, o Senac vai oferecer, no segundo semestre, cursos de aperfeiçoamento em decoração de igrejas, confeccção de buquês e ramalhetes, confecção de coroa de flores para cemitério, cestas de café da manhã e de presentes. Serviço: informações sobre novas datas para o curso podem ser obtidas pelo Telesenac, (41) 322-6343. (fonte: Gazeta do Povo/PR)


18/04 - Começa a temporada das orquídeas

Nesta época do ano, grande parte das orquídeas está florescendo, tanto na natureza como em ambiente artificial, exalando seu perfume característico e exibindo tonalidades que vão do tradicional lilás até o vermelho, passando pelo branco, amarelo, laranja e inúmeros matizes. Aproveitando o espetáculo, os produtores abrem a temporada de exposições, ponto de encontro dos colecionadores, que saem à procura de novidades.(fonte: Supl. Agr. O Estado de São Paulo)


15/03 - Floricultores reivindicam crédito do governo federal

O setor de floricultura brasileiro quer que o ministro da Agricultura, Pratini de Moraes envie ao Banco Central proposta de linha de crédito. A reivindicação foi apresentada ontem na I Reunião de Análise do Setor da Floricultura, realizada em Brasília. O setor tem 2,5 mil produtores e o mercado brasileiro de flores movimenta cerca de 2 bilhões de dólares por ano. O país chega a exportar entre 13 e 15 milhões de dólares e importa entre 6 e 11 milhões de dólares por ano. (fonte: Correio do Povo/RS)


12/03 - Governo e floricultores discutem ação integrada

A floricultura é um dos setores do agronegócio com maior capacidade de gerar emprego e renda, com cerca de 2,5 mil produtores, a maioria médios e pequenos, e quase 50 mil trabalhadores. A "1ª Reunião de Análise do Setor da Floricultura e sua Interface com o Ministério da Agricultura" será aberta às 9h30min pelo secretário de Apoio Rural e Cooperativismo, Manuel Rodrigues Palma. Carlos Eduardo Ferreira, do Instituto Agronômico de Campinas fará palestra sobre a "Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais". Às 10h40min, representantes de entidades privadas discorrem sobre o desempenho da floricultura. A reunião prossegue à tarde. O governo quer tornar o setor mais competitivo nos mercados interno e externo. O consumo per capita anual é de 6 dólares, movimentando, no total, 1,3 bilhão de dólares. (fonte: Correio do Povo/RS)


01/03 - Ibama vai preservar orquídeas nacionais

A coordenadora do setor no Instituto, engenheira florestal Lou Menezes, deu entrevista sobre o tema hoje pela manhã, ao "NBr Manhã", exibido pelo canal de TV a cabo da Radiobrás. A engenheira informou que o Centro será uma "porta aberta" a botânicos, pesquisadores e amantes das cerca de 3 mil espécies existentes no país. Além de estimular a preservação, Lou Menezes lembra que o cultivo de orquídeas é uma atividade rentável e que, ao contrário do que muitos pensam, as plantas são resistentes. (fonte: Agência Brasil)


16/02 - Programa para produção de lírios recebe prêmio

O programa foi elaborado pelo professor José Vicente Caixeta Filho, da Escola Superior de Agricultura Luís de Queiróz (Esalq/USP), de Piracicaba, em conjunto com Jan Maarten Van Sawaay Neto, da Interativa Consultoria, e Antônio Wagemaker, da Wagemaker Consultoria, as duas também localizadas em Holambra. O projeto visava desenvolver um sistema de cultura que aproveitasse melhor a área para plantio e organizasse a produção de acordo com as épocas do ano de maior demanda da flor, como, por exemplo, o dia das Mães ou o feriado de Finados. Para tal, a consultoria se aproveitou de um banco de dados do próprio produtor, com um histórico anual dos períodos de alta e queda na demanda. Por meio de um modelo matemático, o programa, chamado de Sistema de Otimização do Planejamento e Comercialização de Lírios, ajuda o produtor a controlar as condições da estufa para acelerar ou postergar o cultivo. De Witi implantou o sistema no início de 1999 e em meados de 2000 já havia aumentado em 25% seu faturamento. "Sem mexer na área disponível para plantio, sejam canteiros ou estufas, o programa permite seu melhor aproveitamento, de maneira racionalizada", explica Caixeta. O trabalho foi selecionado entre mais de 100 concorrentes do mundo todo, e foi escolhido para receber o prêmio ao lado de outros seis selecionados: o Exército Americano, a General Motors, a Meryll Inc., a rede NBC e a Samsung. (fonte: Agrocast)


13/02 - Tendência do mercado de flores é especialização

Bello acredita que exista um grande espaço a ser explorado no futuro. O mercado de exportação de flores e plantas ornamentais é muito exigente e competitivo mas, isto não é um empecilho para quem está disposto em investir em qualidade e alta tecnologia. No âmbito doméstico, as perspectivas também são otimistas. O aumento de renda da população vem provocando transformações nos hábitos de consumo, alterando positivamente a demanda de produtos de grande elasticidade-renda, como é o caso das flores e plantas ornamentais. Há alguns anos, o mercado interno não era muito exigente quanto a qualidade e apresentação dos produtos. Se o ciclo da planta tivesse a duração de quatorze semanas, quando o possível seriam doze semanas, o produtor continuava ganhando dinheiro. Toleravam-se algumas lesões de pragas e doenças, índices de perdas de 10 a 15% na área de produção eram aceitos, embalar as flores em jornal e outras embalagens "tetrapak" (embalagens de leite), ou ainda, acondicionar plantas de grande porte em latas de óleo, eram acontecimentos que faziam parte da realidade do mercado. Atualmente, a floricultura encontra-se altamente profissional e competitiva, sendo que, para um produtor ser capacitado os requisitos mínimos são: apresentar elevados índices de produtividade, padronização, boa apresentação e qualidade, vender as variedades aceitas pelo mercado, entre outras. A floricultura brasileira está seguindo as tendências da floricultura mundial, ou seja, a da segmentação e profissionalização da cadeia produtiva, na qual cada elo da cadeia se especializa ao máximo. O produtor que hoje se responsabiliza por toda a cadeia, desde o plantio até o transporte, comercialização e cobrança, será substituído por aquele cada vez mais especializado apenas na produção do produto final, seja ele: flor de vaso, corte ou forrações. (fonte: DERAL/PR)


23/01 - Novo orquidário terá biblioteca e salas de estudos

O Orquidário Nacional do Ibama é chefiado pela engenheira florestal Lou Menezes, coordenadora do Projeto Orquídeas do Brasil e autora de vários livros sobre a espécie de flora de grande sucesso editorial principalmente no exterior, onde a pesquisadora é muito conhecida. Com dois mil exemplares de orquídeas brasileiras - das três mil descobertas nos últimos anos, muitas pela especialista do Ibama -, o espaço pretende reunir pesquisadores, botânicos, estudantes e amantes desse tipo de flora. Em seus livros, ricamente ilustrados, Lou Menezes concilia ciência botânica com arte fotográfica. Sua última obra - "Genus Cyrtopodium - Espécies Brasileiras" -, foi premiada como a melhor publicação técnica ilustrada do ano 2000. À mais nova espécie descoberta ano passado pela pesquisadora, em Rondônia, ela batizou de "Cyrtopodium sarneyianum" - em homenagem ao ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, grande incentivador do projeto Orquídeas do Brasil. Na nova sede Lou Menezes ampliará seus projetos de pesquisas e as atividades desenvolvidas pelo projeto nacional que são programas de educação ambiental, intercâmbio científico com centros internacionais de pesquisa, ciclo de palestras dirigido especialmente às escolas de ensino fundamental, além da colaboração com os Correios do Brasil na emissão de selos. A engenheira florestal Lou Menezes se prepara para lançar ainda esse ano o quinto livro: "Orquídeas do Planalto Central Brasileiro" - aproveitando a abundância e a raridade de espécies da flora na Região Centro-Oeste. (fonte: IBAMA)


23/01 - Flores maranhenses serão comercializadas no exterior

"Estamos em busca de novos produtos, para que possamos aumentar a variedade de produtos oferecidos aos nossos clientes", assegura o empresário paranaense Carlos Rodaka, que por quatro dias visitou o município de São José de Ribamar e, em São Luís, os bairros de Maioba, Maiobão e Quebra-Pote, onde conheceu as plantas ornamentais. "Algumas variedades estão sendo levadas agora - para sabermos o grau de adaptação ao clima de Curitiba - e outras serão multiplicadas aqui e enviadas posteriormente para que possamos comercializá-las", informou. O governo do estado do Maranhão já desenvolve, em parceria com o Banco do Nordeste e Sebrae, o Programa de Cultivo de Flores Tropicais. "A intenção é dinamizar a cultura desta beleza natural", diz a paisagista e coordenadora do programa, Antônia Lima Oliveira. (fonte: Agência Brasil)


17/01 - PR vai ampliar mercado de flores

Os preços estão em geral mais baixos que o mês de dezembro provocando uma comercialização bem razoável. Os meses de janeiro e fevereiro são os piores do ano para o produtor, período em que ele se dedica quase que exclusivamente a preparar sua produção para um dos melhores meses, ou seja, maio mês das noivas e dias das mães, onde a procura por diversas flores se triplica. O mercado de flores de Curitiba já é considerado um sucesso, tanto que já há sinais evidentes que em breve será ampliado, sempre com a integração governamental e os produtores de flores do Paraná. (fonte: DERAL/PR)


15/01 - Flores se dão bem com adubo sem aditivo químico

As vantagens do insumo orgânico em relação ao químico são de toda a ordem. A saúde, sem dúvida, é a mais importante, tanto para quem manuseia os aditivos, quanto para quem consume os alimentos. “A maioria dos agricultores e funcionários que mexem com os aditivos químicos não tem a menor instrução técnica para lidar com estes produtos e as intoxicações são freqüentes”, afirma João. Já os alimentos adubados organicamente, além de saudáveis, segundo o empresário, “têm um paladar muito mais atraente”. Os males que os complementos inorgânicos podem causar à saúde humana são de difícil identificação, devido à quantidade de substâncias ingeridas também em bebidas e enlatados. A terra também é beneficiada pelo complemento orgânico. No sentido inverso do fertilizante artificial, ele enriquece, o solo ao invés de empobrecer. Ou seja, ecologicamente, muito mais correto. As minhocas produzem o adubo ao digerirem determinada alimentação. A ração básica vem da compostagem do capim seco com esterco. Os suplementos podem ser restos de legumes e frutas. O melão e a melancia são os prediletos por causa da alta concentração de açúcar. A eficácia do produto vai depender muito da alimentação utilizada na criação. Assim, quanto mais rico o composto de nutrientes, melhor será a qualidade ao final da digestão. O ambiente também é importante. O solo encharcado, habitat natural para os vermes terrestres, deve ser reproduzido em caixas ou canteiros. A luz forte também incomoda os bichos, portanto, os espaços reservados devem ser cobertos com grande quantidade de capim seco. Hoje, o Minhocário Prata, em Seabra, dispõe de 300m lineares de canteiros, fornecendo, por mês, 40 toneladas de húmus e 30 litros de minhocas vermelhas da Califórnia para futuros criadores. (fonte: A Tarde/BA)


11/01 17:01 - PR investe contra venda ilegal de bromélias

"Uma bromélia leva três anos para crescer e se reproduzir e a sua retirada predatória das reservas naturais de Mata Atlântica fará com que a espécie desapareça em pouco tempo", informa o secretário do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto. A fiscalização teve início ontem, quarta-feira (10/01), com a apreensão de 180 mudas de bromélias e orquídeas e a emissão de quatro autos de infração, no valor de R$ 7,2 mil, contra vendedores clandestinos, ao longo da BR 376. As multas, segundo o chefe de fiscalização do IAP, José Luis Bolicenha, variaram de R$ 500 a R$ 3,7 mil, dependendo da quantidade de mudas apreendidas. Segundo Andreguetto, paralelamente à intensificação do processo de fiscalização da venda clandestina de mudas das reservas naturais de Mata Atlântica, o Governo do Estado quer orientar os vendedores para que eles montem viveiros legalizados. Os vendedores receberão apoio dos técnicos do IAP, da Secretaria da Agricultura e da Emater, através do projeto Paraná 12 Meses, para que possam produzir e vender legalmente as suas mudas, sem causar danos à natureza. (fonte: AENotícias/PR)


02/01 - RS terá incubadora de flores este ano

São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, deverá ter ainda neste primeiro semestre uma incubadora de flores, que será instalada para oferecer cursos, estudos e treinamento técnico para produtores. O projeto é da Associação de Produtores de Flores, Plantas Ornamentais e Medicinais de São Leopoldo e Vale dos Sinos, que já tem 32 associados em sete municípios da região. O presidente José Jacoby aposta na parceria com a Unisinos e o Sebrae nas áreas de pesquisa e qualificação. Outros 108 produtores já pediram credenciamento. O mercado que cresce quase 20% ao ano no Estado. (fonte: Correio do Povo/RS)


04/11 - Holambra será a primeira beneficiada

O setor de flores de Holambra parece ser à primeira vista o principal beneficiado e o que mais acompanha as expectativas de crescimento na região, previstas pelos investidores no projeto. Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), sediado em Campinas, as exportações de flores do Brasil devem quintuplicar nos próximos três anos, por conta da maior profissionalização dos produtores. Segundo o diretor de mercado do Ibraf, Francisco Bongers, nos últimos 12 anos, o volume de exportações vinha crescendo em média entre 20% a 25% ao ano, chegando a movimentar este ano cerca de US$ 13 milhões, mas o Brasil ainda não representa praticamente nada diante do montante de US$ 8 bilhões anuais movimentados pelo setor, tendo à frente Holanda, Colômbia e Israel. "O clima no País é muito instável, o que acaba exigindo do produtor maiores investimentos para dar maior qualidade à flor", explicou Isaura de Souza Christians, proprietária da Florisa, empresa que embarca cerca de 30 toneladas de flores por dia em Viracopos todo o BRasil, sendo 20% para a Europa. "Este ano, com período longo de seca, acabamos não crescendo o volume esperado nas exportações", explicou. Segundo o diretor comercial do Grupo Rosas Reijers, Paulo Reijers, que exporta cerca de 20% de sua produção de rosas para a Europa, essa profissionalização do produtor pode elevar a posição do Brasil no mercado mundial. "Estamos investindo em estufas e vários tipos de equipamentos para aumentar nosso volume de exportações para algo em torno de 50% da produção", estima. Segundo ele, a principal vantagem para o produtor de flores em Holambra com a instalação do terminal aéreo em Mogi Mirim será a redução do tempo de embarque e o melhor acondicionamento do produto. "Para embarcarmos em Viracopos ou em Guarulhos levamos cerca de seis horas, entre a cooperativa e o embarque e neste tempo, as flores ficam sem receber o tratamento adequado e a perda de qualidade é inevitável", disse.(Fonte: O Estado de São Paulo / Kelly Lima )


04/11 - Um megaprojeto para exportar flores

Um megaprojeto que envolve investimentos iniciais de US$ 200 milhões está prestes a ser iniciado em Mogi Mirim (SP) e deve impulsionar de forma nunca antes vista no País as exportações de flores, frutas e demais produtos perecíveis entre dois e três anos. O projeto é de autoria de um grupo de investidores europeus, que compõem o Air Group, e que estão interessados principalmente na produção de flores e frutas brasileiras. A primeira fase do projeto é a construção de um aeródromo internacional de cargas, cuja área ainda está sendo definida em Mogi Mirim. A região, segundo os investidores, foi escolhida principalmente por sua proximidade de Holambra (maior produta de flores no País) e pela localização de um pólo fruticultor ao redor da cidade. "O grupo já escolheu e determinou pelo menos duas áreas potenciais e agora estão sendo estudadas as formas de pagamento junto aos proprietários das áreas. Se não houver acordo, a prefeitura vai desapropriar, mas não pretende doar a terra", explicou o secretário de Planejamento do município, Mário Marangone, que estima que entre 10 mil e 15 mil empregos serão gerados na cidade a partir do início das operações no local. O secretário de Transportes do Estado de São Paulo, Michael Zeitlin também se anima com o projeto. "Juntamente da privatização e internacionalização do Aeroporto de Ribeirão Preto e da ampliação prevista para o Aeroporto de Viracopos, o aeródromo de Mogi Mirim complementará o complexo aeroviário que faltava para colocar São Paulo em maior destaque no mercado internacional", avalia. (Fonte: O Estado de São Paulo / Kelly Lima )